Conduta

O que fazer quando confrontado com as respostas ruins de nossos filhos


Há crianças cada vez menos rebeldes: há aquelas que desde a mais tenra infância são rebeldes e querem impor os seus critérios e outras mais conformistas ou pacíficas.

Porém, à medida que vão crescendo, nossos filhos vão tendo mais brigas na hora de discutir, tentar negociar, impor suas ideias ou vencer aquelas pequenas batalhas do dia a dia. É quando olhamos para o céu e suspiramos: "Está aqui, é a pré-adolescência."

Mas o que devemos fazer se para impor os seus critérios falam-nos de forma depreciativa, se até nos insultam ou saem da linha, Como agir diante das más respostas de nossos filhos?

Embora para nós seja uma espécie de castigo que o nosso anjinho esteja constantemente a tentar encontrar uma luta, impor os seus critérios a todo o custo e cada vez que o repreendemos, ele refuta cada uma das coisas que lhe dizemos, temos que aceitar que, no fundo, ele é desenvolvendo sua personalidade e ganhando capacidade de negociação, enfim, estão crescendo e devemos considerar que já têm opinião própria.

Porém, nesta fase o que não podemos e não devemos aceitar são as más respostas dos nossos filhos, tudo tem um limite. Como impedi-los se nessa fase nos falam mal?

1 - Não responda com respostas ruins
Descer ao nível deles e usar os modos ruins apenas criará um loop e uma tensão crescente. É verdade que é fácil dizer, mas não fazer, porém, é essencial que não façamos exatamente o que estamos tentando evitar neles. Trata-se de educá-los de forma consistente e pelo exemplo.

2 - Seja direto
O fato de não darmos respostas ruins não significa que devemos permitir que elas aconteçam em nossos filhos. Sem gritar, sem insultar e sem violência verbal, temos que ser firmes e claros, não vamos permitir que falem conosco dessa forma e, enquanto o fizerem, não teremos conversa com eles.

3 - O que está por trás da resposta ruim?
Temos que tentar descobrir o que há de errado com ele, não culpar tudo na pré-adolescência e saber o que o incomoda, por que ele está com raiva de nós e se há algo que podemos melhorar para que ele não se sinta tão irritado.

4 - Não critique o ser, critique o ser
Significa que, em um momento de conflito, evite o "você é um contestado", "você é mau", "você é um desastre", ao invés de colocar rótulos que, vai acabar assumindo com o passar do tempo, devemos questionar o que ele fez, naquele momento onde ele estava errado.

5 - Não ria da graça à criança
Quando respostas ruins são dadas em crianças muito pequenas, às vezes achamos engraçado, e rimos quando elas respondem, porém, desde as primeiras manifestações, devemos fazer com que saibam que não é uma maneira de falar e que só os ouviremos quando fale conosco corretamente.

6 - Não permitir insultos
Às vezes não definimos regras claras e colocamos tantas que as crianças acham confuso. É preferível colocar poucas regras, mas muito claras e uma delas pode ser: "não se apegue e não insulte". Quando estiverem calmos, explicaremos a eles a importância da tolerância e do respeito no trato com os outros e que uma ideia ou critério pode ser defendido, sem a necessidade de dar respostas ruins ou insultos.

7 - Consequência de respostas ruins
Se as crianças vierem nos insultar ou nos dar uma resposta dolorosa e dolorosa, podemos mandá-las dar um tempo, em vez de gritar e discutir. Vamos retirá-los da situação sem nos envolvermos na batalha para que percebam que ele nos magoou e que não queremos estar com ele se se comportar assim.

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